Controlo de equipamentos

O que determina a necessidade, ou não, de controlar o estado de um instrumento de medição, de um material de referência, ou de um equipamento que gera uma ou mais grandezas, é a sua interferência no resultado final.

Sempre que um método de exame descrito numa bula, numa norma ou noutro qualquer documento de referência fixa valores a cumprir, as grandezas em causa deverão ser controladas.

O controlo de um equipamento pode ser feito por calibração, ensaio e/ou por verificação, consoante aplicável para a respetiva utilização.

As periodicidades definidas são meramente indicativas e devem ser determinadas com base em:

 

  • experiência prévia e análise de tendências obtidas através da análise de calibrações e ensaios anteriores;
  • recomendações do fabricante; antiguidade dos equipamentos e normas internacionais;
  • a realização ou a ausência de manutenções corretivas e ou preventivas que possam interferir com os resultados;
  • frequência, tipo e condições de utilização do equipamento;
  • condições ambientais (temperatura, humidade, vibração, etc.);
  • alteração das sondas para os locais mais críticos (com base nos resultados dos Relatórios de Ensaio dos anos anteriores);
  • e a informação diária dos sistema de monitorização de temperatura (Sirius Storage), quando aplicável.

 

Os resultados da calibração devem ser aprovados face ao Critério de Aceitação (CA) /Erro Máximo Admissível (EMA) definido pela área funcional a que o equipamento pertence. O CA/ EMA, é, na prática, o máximo erro que se admite poder cometer aquando da utilização do equipamento, e pode ser definido por um documento de referência (Manual do equipamento; Bula; Norma, etc.) ou tendo em conta os requisitos a cumprir na sua utilização.

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